Offline
MENU
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/50831/slider/47d11bce795e31d812d8328940ac9c4e.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/50831/slider/33671ba813e552244d4f435fc795fe8e.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/50831/slider/0cbbd0b7c8c03002efe4a9be61036049.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/50831/slider/36ee555b92c4344ac8bdd4b1c3555036.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/50831/slider/986911b1135672ec9dea7959daddce72.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/50831/slider/9d45daf9ad0008c90ec2f190e66723d8.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/50831/slider/07080ba128e39864071971a217a2b4c3.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/50831/slider/51137d6407157bb734b5bd029acfb440.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/50831/slider/eea60167294811e67e5d215a6ababbfb.png
Poupança tem retirada líquida de R$ 23,5 bilhões em janeiro
Rendimentos creditados nas contas somam R$ 6,4 bilhões, diz BC
Agência Brasil - Por Andreia Verdélio
Publicado em 06/02/2026 15:55
Novidades
© Marcello Casal JrAgência Brasil

O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em janeiro, com registro de mais saques do que depósitos. As saídas superaram as entradas em R$ 23,5 bilhões, de acordo com relatório divulgado nesta sexta-feira (6) pelo Banco Central (BC).

No mês passado, foram aplicados R$ 331,2 bilhões, contra saques da ordem de R$ 354,7 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,4 bilhões. O saldo da poupança é pouco mais de R$ 1 trilhão.

Nos últimos anos, a caderneta vem registrando mais saques que depósitos. Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas foram R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente. No ano passado, o saldo negativo da poupança chegou a R$ 85,6 bilhões.

Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho. Em julho do ano passado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC interrompeu o ciclo de aumento de juros após sete altas seguidas na Selic e, desde então, vem mantendo a taxa em 15% ao ano.

O objetivo da autoridade monetária é garantir que a meta da inflação, de 3%, seja alcançada. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Em dezembro, a alta no preço dos transportes por aplicativo e das passagens aéreas fez a inflação chegar a 0,33%, acima do aumento de 0,18% registrado em novembro. O resultado fez o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a inflação oficial do país acumular alta de 4,26% em 2025.

Na ata da reunião do Copom, o BC confirmou que começará a reduzir os juros no próximo encontro do colegiado, em março. Entretanto, a autarquia não indicou a magnitude do corte e esclareceu que os juros continuarão em níveis restritivos.

Fonte: Agência Brasil
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Agência Brasil.
Comentários

Chat Online